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Linfedema – Uma dura realidade!

 

 

            Não há tratamento medicamentoso para o linfedema.

            Algumas cirurgias estão sendo realizadas mas com indicações específicas e ainda necessitando de um maior seguimento para uma maior evidência científica.

            O tratamento principal se faz com fisioterapeutas especializados.

         A falta de conhecimento de profissionais de saúde, bem como do próprio paciente também é outro problema encontrado, o que dificulta em muitas vezes a intervenção precoce ou até mesmo a prevenção do linfedema.

     O tratamento da fisioterapia torna-se oneroso pela uso de materiais específicos e pela quantidade de atendimentos necessários. Isso será definido considerando a causa, o histórico, as características do linfedema e o tempo sem tratamento adequado.

            Com novas tecnologias (vestimentas com velcro), alguns pacientes podem aplicar seu próprio tratamento, mas necessitam de qualquer forma de uma boa orientação, enquanto outros necessitam de atendimentos diários e com um longo período de manutenção com o tratamento tradicional.

         Muitos pacientes recebem orientações de uso de meias ou braçadeiras como primeira conduta do linfedema. Esta não deveria ser a conduta habitual. Em linfedemas mais iniciais e com menor grau, os exercícios, a perda de peso ou drenagem linfática manual, podem atingir uma boa resolução, sem a necessidade de uso e gastos com estas compressões, por outro lado em linfedemas mais avançados e endurecidos, faz-se necessário realizar o enfaixamento compressivo (Linfoterapia ou terapia física complexa) com objetivo de  reduzir o volume e melhorar a textura da pele para posteriormente  haver a indicação destas compressões elásticas.

            Resumindo, não há receitas de bolo. O tratamento deve ser individualizado e cabe ao fisioterapeuta dominar as técnicas para uma melhor abordagem e obtenção de melhores resultados.